Quinta, 16 Julho 2009 09:31
Aumentar a notoriedade da marca Capital do Móvel junto do público jovem é o principal objectivo da participação em mais uma edição do festival de música Marés Vivas. A área VIP do festival volta a ser totalmente decorada pela Capital do Móvel, numa associação que se repete pela segunda vez e que tem resultado na promoção da principal insígnia de Paços de Ferreira junto de um público urbano e jovem, apreciador da qualidade do mobiliário que se produz e comercializa nesta região.A marca Capital do Móvel, que cumpre 25 anos de existência, é uma das mais importantes insígnias regionais do país, contribuindo para a dinamização deste sector de actividade e com um significativo volume de exportações na balança comercial. Paços de Ferreira está indelevelmente associado à marca Capital do Móvel, muito por culpa do milhão de metros quadrados de área de exposição existentes no concelho e por estar concentrada na região cerca de 65 por cento da produção nacional de mobiliário.A adesão ao Marés Vivas prende-se com o facto de este festival ser “mais do que uma simples programação de concertos”, conforme refere a organização, sendo antes “um evento com uma identidade, uma dinâmica e uma vivência muito própria. O objectivo é proporcionar, a quem assiste ao Marés Vivas, animações diversas, música popular e/ou alternativa de qualidade superior em ambiente de comemoração com as mais variadas gerações de públicos”.O programa do festival é, este ano, um dos melhores do seu historial, capaz de agradar à maioria dos gostos do seu público. Scorpions, Jason Mrzaz, Keane, KJaiser Chiefs, Colbie Caillat e Guano Apes são algumas das bandas que vão actuar 16, 17 e 18 de Julho, na praia do Cabedelo, em Vila Nova de Gaia.
Quarta, 24 Junho 2009 15:30
Seminário internacional debateu novas tendências da indústria de feiras
Mais de uma centena de profissionais, oriundos de 30 países, da indústria mundial de feiras esteve reunida, durante três dias, no Europarque, em Santa Maria da Feira, no âmbito de um seminário aberto dedicado às novas formas de parceria entre organizações e expositores. O seminário reuniu, nas palavras do presidente da UFI, entidade que agrega todos os principais organizadores de feiras e eventos do mundo, “os profissionais líderes do sector das feiras – o marketing ‘cara a cara’ – para partilhar ideias sobre novos métodos para cativar visitantes, avaliar técnicas de gestão de crise e aprender sobre práticas inovadoras de marketing no sector das feiras”. John Shaw afirma, ainda, que “a indústria do sector reconhece a necessidade de trabalhar de perto com os expositores e visitantes para assegurar que todos beneficiemos da capacidade única desta ferramenta de Marketing poderosa que são as feiras”. O seminário contou com intervenções sobre o estado do sector a nível mundial; os benefícios das parcerias e da partilha de informação entre os vários agentes; a forma de aumentar o ROI (Return Over Investiment) dos expositores; o papel da formação dos expositores para o sucesso das feiras; a importância da comunicação em situações de crise; que proposta de valor deve ser comunicada aos expositores para que participem nas feiras; e a necessidade de investir em inovação e criatividade nesta indústria enquanto característica essencial para a sobrevivência do sector.
Planos de Marketing devem apresentar resultados
O moderador foi Steve Monnington, managing director da Mayfield Media Strategies, do Reino Unido, que desafiou os presentes a colocarem-se no papel dos expositores. Na sua opinião, são muito poucos os organizadores de feiras e eventos que, realmente, foram alguma vez expositores. Perceber e compreender as suas necessidades e objectivos é um primeiro passo para se poder prestar um melhor serviço. Daí recomendar que o staff da feira faça inquéritos com esse propósito em mente e que os dados recolhidos sejam apresentados aos expositores, porque muitas vezes não conhecem o impacto das suas exposições junto dos visitantes. O orador seguinte, Wendelin Müller, sócio da Droege & Comp., uma consultora alemã que executa estudos sobre o sector, principiou por lembrar que um dos principais fabricantes de chocolate de luxo, da Alemanha, a Feodora, recusou participar em 2006 – antes da crise – na maior feira daquele país por considerar que a gama dos seus produtos não se coadunava com este género de certames, exigindo conceitos de maior prestígio e exclusividade. No final da sua apresentação, Müller afirmou ter a Feodora – agora em momentos de crise – regressado à feira. Passado este exemplo, que serviu para demonstrar que não é a crise a grande responsável por todos os problemas que o sector das feiras está a atravessar, Wendelin Müller apresentou alguns números sobre o estado da economia mundial que deixam antever tempos difíceis e carregados de incerteza e imprevisibilidade para o futuro. Num dos inquéritos realizados pela sua empresa, foi perguntado aos administradores das empresas quais as funções mais relevantes nas suas estruturas, estes responderam que mesmo o Marketing deve apresentar resultados, tal como todas as outras funções.
Uma feira automóvel (quase) cancelada
Apresentado em jeito de case-study, a intervenção de Ids Boersma, gestor da RAI Exhibitions Amesterdam, na Holanda, foi no sentido de relatar a experiência vivida por um dos mais antigos certames europeus do sector automóvel, a AutoRAI, cuja história se confunde com a própria existência da organização que o promove. No espaço de três meses, altura em que a maioria dos expositores debandava, a organização conseguiu reformular o evento e apresentar uma nova ideia, um novo projecto que conseguiu atrair 70 por cento da indústria automóvel e mudar o paradigma das feiras de automóveis destinadas ao consumidor. A feira deixou de ser um conjunto de stands de cada uma das marcas para organizar-se por sectores de interesse – família, desportivos, utilitários, etc.
Software militar ao serviço da indústria de feiras
As novas tecnologias marcaram presença através de uma empresa norte-americana, a Fish Software, que desenvolveu um programa para “separar o trigo do joio” numa feira, já que nem todos os visitantes são potenciais clientes. Este produto, que foi originariamente desenvolvido para o Exército no sentido de melhorar as operações de recrutamento, recorre a sensores de rádio frequência para perceber onde os visitantes estão a todo o momento dentro de uma feira, permitindo a segmentação da informação que é prestada ao potencial cliente, mais adequada e de acordo com os perfis do visitante. É o expositor quem assume a responsabilidade pelos custos desta solução, beneficiando igualmente de toda a informação apurada, em tempo real.
Indústria de feiras uniu-se para formar expositores
Uma das intervenções mais interessantes veio de Andreas Winckler, responsável pela Seminar-Allianz, uma associação de várias organizações que promovem feiras na Alemanha, na Suíça e na Áustria, para ministrar formação aos expositores. Para este orador, muitos dos problemas existentes nas feiras são causados por má preparação das empresas expositoras, embora na maioria das situações as culpas sejam atribuídas à organização do evento. Apesar dos esforços da indústria de feiras em procurar que os seus clientes estejam o mais bem preparados possível para participar nesses eventos, as empresas continuam a não aproveitar essas oportunidades. As causas são, segundo Winckler, o elevado número de feiras em que participam ou a distância entre a sede da empresa e o local da realização dos eventos. Assim, nasceu a Seminar-Allianz, numa parceria entre todos os agentes organizadores de feiras, a ministrar formações genéricas, ao longo de todo o ano, preparando as empresas para as participações nos certames.
Barómetro mundial da indústria de feiras
Imobiliária, Casa e Decoração, Transportes e Logística, Turismo e Desporto e Construção e Obras Públicas são as cinco áreas mais afectadas na Europa, no que se refere a feiras B2C (destinadas ao público). Este é um dos resultados do barómetro Crise da Economia Global, inquérito à indústria de exposições conduzida pela UFI e com o apoio dos membros da Sociedade Independente de Organizadores de Eventos. O estudo foi realizado entre Abril e Maio de 2009, dividindo-se os resultados por América do Norte, Centro e Sul, Europa, Médio Oriente e África e Ásia e Pacífico. Para os certames realizados entre 1 de Outubro de 2008 e 31 de Março de 2009, as principais conclusões deste estudo apontam para um decréscimo nas vendas de espaço para sete entre 10 empresas (68 por cento nas feiras de B2B e 71 por cento no caso de B2C). O número de visitantes também caiu de forma generalizada, excepto nas feiras B2B, onde “apenas” 62 por cento dos inquiridos revelou um decréscimo na visitação. Em ambos os tipos de evento (B2B e B2C), os sectores mais afectados são a imobiliária, construção e obras públicas e têxtil, moda e vestuário. A região menos afectada é o Médio Oriente, onde 70 por cento das empresas organizadoras antecipam um decréscimo no volume de negócios. Nas Américas, essa percentagem sobe para 84 por cento. A média mundial é de 79 por cento, quando comparados os dados dos primeiros semestres de 2009 e 2008. Quase 50 por cento das empresas que organizam feiras já iniciaram uma política de descontos (excepto no Médio Oriente e África, região em que apenas 15 por cento o fizeram), rondando estes menos de 10 por cento do valor normal. 64 por cento dos inquiridos tomou, entretanto, outras medidas para fazer face à situação. Em paralelo, a esmagadora maioria das empresas que organizam eventos já iniciou, ou tenciona fazê-lo, reduções significativas na estrutura de custos. As quebras na venda de espaço para feiras profissionais são significativas um pouco por todo o mundo, rondando os 5 a 25 por cento na maioria das situações. No número de visitantes também há uma diminuição em todos os continentes, com excepção do Médio Oriente e África, onde essa quebra foi inferior a 5 por cento. A maioria dos inquiridos revela quebras na visitação entre os 5 e os 10 por cento. A situação não é muito diferente nas feiras destinadas ao público (B2C), quer em termos de área vendida, quer em número de visitantes.
Quarta, 24 Junho 2009 00:00

A Associação Empresarial de Paços de Ferreira (AEPF) volta a associar-se ao Lions Club do concelho, em parceria com a Câmara Municipal, na organização do 3º Open de Golfe Capital do Móvel. No dia 27 de Junho, no Campo de Golfe de Amarante, vários empresários vão ajudar à construção de uma creche em Paços de Ferreira ao participarem nesta prova desportiva cuja finalidade é a solidariedade.
Para além do torneio principal, que decorrerá no sábado, dia 27 de Junho, o Open Capital do Móvel vai acolher, no domingo, dia 26 de Junho, o Amarante Júnior Golf Trophy ’09, uma prova para os mais novos golfistas, segundo o sistema de pontuação Stableford e dividido por escalões etários. Ambas as provas terão início às 8h30, devendo a distribuição dos prémios ocorrer cerca das 14h30.
Terça, 16 Junho 2009 15:40
Mais vantagens para as empresas exportadoras
A Associação Empresarial de Paços de Ferreira (AEPF) e o Agrupamento Europeu de Advogados Lawrope, por intermédio do advogado Ricardo Gonçalves, assinaram um protocolo de colaboração. Este protocolo visa disponibilizar aos associados da AEPF o livre acesso aos cerca de 400 advogados que integram a Lawrope, em 12 países da União Europeia e em cinco extra-comunitários. As empresas que necessitem de apoio jurídico no estrangeiro ou que pretendam divulgar negócios ou produtos na União Europeia e em outros mercados poderão beneficiar deste protocolo, o qual servirá, igualmente, para divulgar, através dos canais da AEPF, oportunidades de negócio existentes na rede de clientes Lawrope. “Não há dois países iguais” é o lema da Lawrope. Do ponto de vista cultural, social e económico existem diferenças que “criam desafios para aqueles que pretendam fazer negócios do outro lado da fronteira”. Como exemplo, a Lawrope cita a Lei de Modernização da Economia, que entrou em vigor no passado dia 1 de Janeiro, em França, a qual apresenta alterações importantes, “nomeadamente para o sector exportador português para aquele país”. Os prazos de pagamento, para os contratos concluídos depois de 1 de Janeiro de 2009, não podem ultrapassar 45 dias depois do fim do mês ou 60 dias a contar da data de emissão da factura. A nova lei permite a existência de prazos de pagamento superiores a 60 dias, através de acordos inter-profissionais, mas em condições previamente definidas e que são as seguintes: que os atrasos sejam motivados por razões económicas objectivas e específicas do sector em causa; que o acordo preveja uma redução progressiva dos prazos de modo a chegar até ao limite do prazo legal e, no máximo, até 1 de Janeiro de 2012; que o acordo tenha sido concluído antes de 1 de Março de 2009 e validado por decreto. Por outro lado, são também possíveis prazos de pagamento inferiores a 60 dias, por exemplo, para o fornecimento de carnes frescas e carnes para animais (20 dias) ou para o fornecimento de produtos alimentares perecíveis, carnes e peixes congelados (30 dias). O cliente retardatário nos pagamentos sujeita-se, após a entrada em vigor desta nova lei, a uma condenação pelos prejuízos causados e juros, na sequência de uma acção cível em caso de desrespeito do prazo máximo e a penalidades de atraso em caso de desrespeito do prazo fixado pelo fornecedor. Estas penalidades estão sujeitas a uma taxa de juro correspondente à taxa REFI do Banco Central Europeu (que em 31 de Dezembro de 2008 era de 2,5%) acrescida de 10 pontos percentuais. A Lawrope adverte para o facto das condições gerais de venda deverem, obrigatoriamente, precisar as condições de aplicação e as taxas de juro das penalizações pelo atraso, bem como as facturas deverão mencionar o montante das penalidades. Caso o fornecedor não indique as cláusulas atrás mencionadas, não só não as poderá reclamar do cliente como poderá ser multado, por omissão.
Sobre a AEPF -------------------------------- A Associação Empresarial de Paços de Ferreira é uma instituição de utilidade pública, com mais de 20 anos de existência, pautando a sua actuação pela afirmação da sua capacidade de intervenção no desenvolvimento sustentado da economia, pela dinamização do movimento associativo, reforçando a sua representatividade e garantindo uma oferta de serviços de excelência sempre adaptados às necessidades das empresas, bem como pelo desenvolvimento de actividades de interacção entre os diferentes sectores económicos, de forma a impulsionar a actividade económica e a envolvente empresarial. Possui três departamentos – Apoio às Empresas, Formação Profissional e Feiras e Eventos – com profissionais competentes e experimentados capazes de dar resposta à maioria das necessidades das empresas. A AEPF possui, ainda, em áreas mais especializadas, acordos e protocolos com entidades externas que disponibilizam condições vantajosas para as empresas associadas.
Sobre a Lawrope -------------------------------- O Agrupamento Europeu de Advogados Lawrope é constituído por cerca de 400 advogados em 12 países da União Europeia (Alemanha, Áustria, Bélgica, Dinamarca, Espanha, França, Grécia, Holanda, Inglaterra, Itália, Polónia e Portugal) e cinco países extra-comunitários (Brasil, Estados Unidos da América, Índia, México e Suíça), resultando numa rede de contactos de milhares de clientes em todo o mundo.
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